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terça-feira, 25 de outubro de 2011

DVD Maiden England e turnê em 2012?

Segundo o siteAntiMusic.com e o blogVulgar Display, uma fonte confiável garantiu que o Iron Maiden está em negociação para uma nova turnê norte-americana na primavera de 2012 (Março / Abril / Maio).

Há rumores de que esta será uma tour de grande escala e deverá passar por muitas cidades dos EUA e do Canadá. Os rumores também dão conta de que esta será uma turnê de clássicos, que deve marcar o relançamento do vídeo Maiden England.

Em setembro de 2007, a banda havia anunciado através de seu site oficial, que haveria uma versão em DVD para o show de 1988. Mas até então este item nunca foi lançado oficialmente e não houve mais nenhum anúncio oficial relativo ao Maiden England. Agora os boatos de que o vídeo será finalmente lançado no próximo ano se acentuaram, o que deve coincidir com uma turnê onde a banda tocará a maior parte do setlist do DVD.

Que tal ver o Iron Maiden tocando clássicos como: The Prisoner, Still Life, Die With Your Boots On, Infinite Dreams, Moonchild, The Clairvoyant, Wasted Years, Killers, Heaven Can Wait, Can I Play With Madness e Seventh Son Of A Seventh Son?

Fonte: AntiMusic

Mais uma tour de clássicos em 2012?




Não é novidade pra ninguém que no próximo ano, durante o restante da "The Final Frontier World Tour" teremos no setlist as músicas do novo álbum do Maiden. Mas, e depois?

Quem espera há anos o (re)lançamento do Maiden England e mais uma turnê de clássicos nos moldes da 'Somewhere Back in Time', mas, dessa vez, com um setlist mais voltado pro final dos anos 80 e começo dos 90, uma boa noticia: a banda planeja uma tour assim para 2012!

Segundo o siteUltimateGuitar.com o Iron Maiden está planejando a produção de mais uma tour de clássicos para depois da "The Final Frontier World Tour". Sua jornada mundial em 2008/2009, documentada no filme Flight 666, ajudou a banda a conseguir uma nova geração de fãs. Mas também parece ter reafirmado suas habilidades como compositores, visto que 'The Final Frontier' é campeão de vendas em diversos países.

Talvez por isso o vocalista Bruce Dickinson queira escavar os arquivos novamente. Mas, primeiro, ele quer cantar mais músicas de The Final Frontier, uma vez que a primeira parte da turnê finalizada em Valência (Espanha) só contou com a faixa 'El Dorado'.

Confira o que Bruce Dickinson disse recentemente em entrevista ao jornal inglês The Sun:


"No início de cada turnê nós pensamos que esta será a última. No final estamos desapontados e pensamos: 'Será que é isso?' Então nós vamos continuar enquanto estivermos nos divertindo. Estaremos ocupados com a turnê deste álbum, e depois voltaremos nossa atenção para uma grande turnê - um revival com todos os maiores sucessos."
Confira a entrevista de Bruce na íntegra (em inglês)http://www.thesun.co.uk

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vocalista sugere volta do Oasis, mas só em 2015

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Mal separou e o oasis já pode ter data para voltar. Ao menos se depender o ex-vocalista do grupo, Liam Gallagher, hoje à frente do Beady Eye. Em uma entrevista à “Rolling Stone” americana, ele sugeriu que o grupo volte à ativa em 2015, quando completaria 20 anos de fundação. “Em 2015, se conseguirmos deixar nossas diferenças de lado, podemos sair em uma turnê com o Oasis para tocar as músicas antigas e comemorar os 20 anos da banda”, disse Liam. Será que o brother Noel topa essa?

Guitarrista confirma que Black Sabbath se reuniu

Quarteto já teria acertado os termos da reunião no encontro, em um estúdio, onde tocaram juntos pela primeira vez em muitos anos. Foto: Reprodução/internet.
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O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, admitiu que ele e os demais integrantes da formação original - Ozzy Osborne, Geezer Butler e Bill Ward - se reuniram em um estúdio. “Tocamos algumas coisas velhas e estarmos juntos de novo foi ótimo”, disse Iommi à revista britânica “Terrorizer”. “Acertamos os termos e estamos em um estágio que todos podemos tocar juntos de novo. Suponho que estamos bem próximo disso. Pode acontecer!”, completou.
Tony Iommi voltou a falar sobre o assunto hoje (21/10), num entrevista à rádio britânica “Planet Rock”, e só não confirmou que o Black Sabbath está de volta porque teme que algo saia errado e depois ele venha a ser cobrado. “Estamos conversando sobre isso, mas o que vai acontecer eu não sei. Não há nada de definitivo no momento, mas ao menos está indo, estamos falando uns com os outros”, disse o guitarrista. Ele voltou a falar do ensaio: “Nos encontramos e ensaiamos, e foi ótimo. Não anunciamos nada ainda, porque nada está definido. Estamos indo devagar, porque nessa coisas o tiro pode sair pela culatra, tipo ‘Ah, você disse que a banda voltaria, mas não voltou’. Acho que todos gostaríamos de fazer essa reunião, mas há mais coisas envolvidas”, completou.
No início do mês, Ozzy também apontou para o sucesso da reunião. “Há uma possibilidade muito, muito forte”, disse, à “Billboard”, em matéria publicada no dia 7 de outubro. “Mas está num estágio inicial, então não gravamos nada ainda. Se der certo, beleza. Se não der, eu continuarei a fazer as minhas coisas”, concluiu.
A história começou em 16 de agosto, quando uma máteria oublicada no diário “Birmingham Mail”, da cidade britânica onde os integrantes do grupo nasceram, revelou a possibilidade da reunião. Na ocasião, Tony Iommi, personagem principal da matéria, refutou a volta da banda, sem, no entanto, negar que o grupo estaria se reunindo. O próprio jornal voltou a abordar o assunto, junto ao empresário de Iommi, no dia seguinte, que também não negou a volta do Black Sabbath.
Ozzy Osbourne, de seu lado, não apareceu na premiere do filme “God Bless Ozzy Osbourne”, realizada na dia 22 de agosto, em Hollywood. A ausência foi considerada uma prova de que o cantor estaria reunido com os demais integrantes do Sabbath. Isso porque os filhos do cantor, Jack (que dirigiu o filme) e Kelly Osbourne, deram a entender que ozzy estaria fazendo algo com o restante do quarteto.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

COBERTURA EXCLUSIVA DA ESTREIA DO AC/DC LIVE AT RIVER PLATE!

Live At River Plate Premiere -- AC/DC from Columbia Records on Vimeo.

MONOPOLY DO AC/DC!




  • Monopoly AC/DC, a parceria oficial entre a melhor e maior banda de rock and roll e o jogo de tabuleiro mais popular de todos os tempos, está aqui! A edição de colecionador do AC/DC MONOPOLY® celebra o sonho Rock N Roll com algumas das melhores músicas de rock do século XX. Esse jogo completamente personalizado apresenta os álbuns mais populares da banda e lugares incluindo Black Ice, Stiff Upper Lip, AC/DC Lane e mais, permitindo aos fãs construirem seu próprio império AC/DC.
  • EXPOSIÇÃO DO AC/DC CHEGA A GLASGOW




    Exposição de Jóias da Família Australiana do AC/DC foi transferida para a Escócia e vai começar na Kelvingrove Art Gallery and Museum, em Glasgow, de 17 de Setembro a 12 de fevereiro de 2012. A exposição vai mostrar itens interessantes da história do AC/DC.

    Depois a exposição vai seguir para Seattle, Washington, EUA.
    Para mais informações e um pré-vídeo da exposição, visite o site Glasgow Museum.

    Paul Di'Anno mostra competência em Itapira


    Paul Di'Anno mostra competência em Itapira







    PAUL DI'ANNO

    Centrão (Centro Comércio e Indústria) – Itapira/SP

    08 de outubro de 2011

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Cristina Mochetti

    A frase que acompanhava alguns cartazes do show de Paul Di'Anno em Itapira podia soar muito pretensiosa para alguns desavisados. Mas dizer "Itapira, a cidade do Rock" não é exagero para quem já tocou por lá (como aconteceu com este redator há cerca de dois meses) ou mesmo para quem simplesmente assiste a algum show no lugar. A cidade de 70 mil habitantes e localizada a 60 quilômetros de Campinas definitivamente tem uma das galeras mais animadas e furiosas (no bom sentido...) quando o assunto é Rock. E nem venham com essa conversa de "tribos"! Naquele show em questão, na verdade um festival com cinco bandas, covers de Metallica, Guns N'Roses e Rolling Stones dividiram o palco e foram recebidas com a mesma euforia pelo público.

    Assim, não espanta que no último sábado cerca de 800 pagantes praticamente lotassem um espaço que deve receber no máximo mil pessoas para receber o vocalista Paul Di'Anno pela primeira vez na cidade.

    Fisicamente, o cantor não é mais o mesmo. Di'Anno hoje anda com o auxílio de uma bengala por conta de um problema nas costas (através do qual ele tentou fraudar o serviço de previdência britânico e acabou sendo condenado no início desse ano) e o barrigão já se tornou indisfarçável. O que não o impediu de brincar de 'rockstar', reclamando do hotel em que estava hospedado e atrasar consideravelmente o início do show, apesar de o palco estar pronto desde a hora marcada para o começo da apresentação – mérito, aliás, de uma afinadíssima equipe de roadies, algo raro de se ver por aqui.

    Porém, uma vez resolvido a começar o trabalho, Paul se transforma. Antes de subir ao palco, deu um afetuoso abraço em cada músico da banda que o acompanha (novamente, o competentíssimo grupo gaúcho Scelerata, que já havia trabalhado com o cantor em sua última passagem por aqui, no ano passado) e subiu no palco com o jogo ganho, debaixo de gritos de "Paul, Paul!" vindos da plateia que se acotovelava na beira do palco.

    Sua condição física não lhe permite grandes arroubos cênicos, mas a voz de Di'Anno continua em forma. Se o alcance não é mais o mesmo, o sustain e a garra nas interpretações continuam intactos. Conforme ele mesmo já havia anunciado, o repertório – como sempre acontece, aliás – foi calcado nos seu tempo de Iron Maiden, começando por The Ides Of March, que abriu o show. Porém, logo em seguida lembrou algo de seu projeto com músicos brasileiros intitulado Nomad ao interpretar Mad Man In The Attic.

    O lugar lotado e o dia quente transformavam o Centrão numa espécie de forno crematório. Suando em bicas, o vocalista disparou em português um "caraio, muito calor!", mostrando que suas constantes visitas ao Brasil têm aumentado seu vocabulário...

    Em cena, Magnus Wichmann (guitarra), Renato Osório (guitarra), Gustavo Strapazon (baixo) e Francis Cassol (bateria) compensavam a postura estática de Di'Anno com muita movimentação – e aí vale mais um registro para o cantor, que se mostrou extremamente simpático com a banda, rasgando merecidos elogios ao Scelerata.

    Prowler, Murders In The Rue Morgue, Purgatory, Strange World e Remember Tomorrow vieram na sequência, intercaladas por temas de suas bandas solo Killers (Marshall Lockjaw e The Beast Arises) e Battlezone (Children Of Madness), num show coeso e muitíssimo bem ensaiado. A galera, sem diminuir o frisson em momento sequer, reagia cantando junto com Paul e agitando de forma incessante, levando o vocalista a dizer que aquele era uma das melhores plateias para quem já havia tocado. Dispensável dizer que o lugar quase veio abaixo..

    Mais temas do Iron, como Wrathchild, Drifter e Killers, voltaram a levantar a galera, atingindo o auge em Phantom Of The Opera, que foi acompanhada por um coro de 800 vozes.

    De repente, Di'Anno chamou um dos roadies, se apoiou no seu ombro e saiu de cena quase se arrastando. Todos ficaram esperando pelo bis que não veio: as condições físicas do vocalista o impediram de voltar à cena e tocar as músicas que faltavam. A galera aparentemente entendeu e aplaudiu.

    O show ainda continuaria com o Rising Power, AC/DC cover de Campinas – antes de Di'Anno, se apresentaram várias bandas da região, com destaque para o Executer, de Amparo, que voltou a mostrar seu competente Thrash Metal após quatro anos de inatividades.

    Realizado pela Festa Rock Produções e com apoio do Portal Megaphone (www.portalmegaphone.com.br), o show foi um sucesso sob praticamente todos os aspectos – o som um pouco abafado das guitarras talvez seja o único ponto negativo a se ressaltar, mas muito pouco em se tratando de um evento desse porte. E serviu para mostrar que às vezes é bom desviar as atenções dos grandes centros e perceber que cidades menores podem ficar enormes quando o assunto é Rock

    Forka disponibiliza seus álbuns para download

    A banda paulista de Thrash Metal/Hardcore FORKA criou um perfil no Trama Virtual, site brasileiro que divulga bandas nacionais independentes, e disponibilizou para download seus dois álbuns, “Fell Your Suicide” (2005) e “Enough” (2010).

    Para baixar os dois CDs acesse: http://tramavirtual.uol.com.br/forka

    O primeiro álbum da banda, “Feel Your Suicide”, conta com as participações especiais de Marcelo Pompeu e Heros (Korzus), Marcus D’Angelo (Claustrofobia), Indio D’Castro (Necromancia) e Murilo D’Castro (GodSize).Clone e teve sua distribuição nacional pela Voice Music.

    Em 2010 lançaram o segundo álbum, “Enough”, que foi produzido por Marcelo Pompeu e contou novamente com as participações especiais de Marcio Garcia (Retturn) e Fabio Prandini (Paura). Para esse trabalho a banda investiu na produção de clipes, lançando vídeos para as faixas “Knowing Your Suffering”, “The Human Races Dead” e “Screaming In The Shaodws”.

    Sites relacionados:
    www.myspace.com/forkametal
    www.facebook.com/forkaofficial
    www.youtube.com/forkatv
    www.twitter.com/forkaofficial

    Filho de Bruce Dickinson é destaque como vocalista


    Mais um "filho de famoso" se lança no mundo da música: dessa vez, trata-se do filho de Bruce Dickinson, o também vocalista Austin Dickinson. Ele começou com sua banda Rise To Remain em 2007, mas só agora esta lançando seu primeiro álbum completo, intitulado "City Of Vultures".

    A banda vem obtendo forte repercussão nas redes sociais, especialmente no Facebook, e seus shows energéticos acabaram chamando a atenção da renomada revista "Kerrang!". Em sua edição intitulada "Living Rock Stars", a revista cita Austin e afirma que "está surgindo um 'frontman' surpreendente."

    O quinteto faz um Metal moderno e disponibilizou a faixa 'The Day Is Mine', que pode ser conferida 




    Em noite marcada pela nostalgia, Bad Religion volta a se encantar com o público carioca, que, em 16 anos, nunca deixou de lotar um show do grupo. Fotos: Luciano Oliveira.

    Greg Graffin: expressões faciais que não escondem a satisfação de tocar mais uma vez no Rio


    Já passava da metade do show quando o vocalista da banda, que canta tal qual um político, com o dedo em riste, puxa uma música à capela que os fãs demoram, mas reconhecem. É a faixa-título de um dos álbuns mais famosos da banda, que aos poucos é reconhecida. A versão, no entanto, deságua para um arranjo heavy metal que marca a noite. É o Bad Religion, do professor Greg Graffin, num dos pontos altos do show que encerrou a atual turnê brasileira, ontem, na Fundição Progresso, no Rio. “Generator” é a música que quase vira uma baladaça metálica, muito ás custas dos solos do amalucado guitarrista Greg Hetson. A música costuma servir para a banda brincar no meio do set, e já virou até reggae em algumas turnês. Só um dos pontos altos de uma noite inesquecível.
    E marcada pela nostalgia. Graffin, ao mesmo tempo em que celebra a passagem pelo Rio, onde o grupo é habitué, mas não vinha desde 2007, lamenta os anos de ausência. “Sempre que voltamos ao Rio, temos a sensação de que nunca fomos embora”, diz, antes de “Along The Way”, já no final do show, que apresenta 25 músicas em cerca de 1h20. No início, o vocalista deu alento a quem tanto esperou pelo grupo: “Podemos demorar 40 anos, mas sempre viremos e vocês estarão aqui”, promete, logo depois da excepcional “21st Century (Digital Boy)”, o primeiro grande hit da noite. Greg Graffin lembrou até da estreia do Bad Religion no Rio, no festival Close Up Planet, na Praça da Apoteose, em 1996 – e lá se vão 16 anos. Preocupado, lembrou a todos do inicio do horário de verão, em meio a piadinhas que trocava com o baixista Jay Bentley. Mas será que alguém conseguiu acertar os ponteiros em meio a tantas rodas de pogo simultâneas?
    Greg Hetson: ouvindo muito heavy metal?

    Tudo pode parecer blablablá de artista que quer se mostrar simpático com o público, mas as expressões no rosto de Graffin denunciam uma insofismável satisfação que não deixa dúvida: depois mais de 30 anos, o único integrante que permanece desde o início do Bad Religion está amarradão. Num outro grande momento da noite, um fã sobe no palco e canta certinho o trecho de “Let Them Eat War”, que na versão do álbum “The Empire Strikes First” é feito pelo rapper Sage Francis. Depois, concluí a música num belo dueto com Graffin. O professor de biologia gosta tanto que diz que procura um substituto e que pretende dar entrada na aposentadoria.
    Tudo pode parecer blablablá de artista que quer se mostrar simpático com o público, mas as expressões no rosto de Graffin denunciam uma insofismável satisfação que não deixa dúvida: depois mais de 30 anos, o único integrante que permanece desde o início do Bad Religion está amarradão. Num outro grande momento da noite, um fã sobe no palco e canta certinho o trecho de “Let Them Eat War”, que na versão do álbum “The Empire Strikes First” é feito pelo rapper Sage Francis. Depois, concluí a música num belo dueto com Graffin. O professor de biologia gosta tanto que diz que procura um substituto e que pretende dar entrada na aposentadoria.
    Brian Baker: bom, discreto e eficiente
    Brian Baker: bom, discreto e eficiente
    Com um guitarrista a menos - por um período eram três - curiosamente parece que as coisas se acertaram. O veteraníssimo Brian Baker está muito bem entrosado com miúdo Hetson, que, por sua vez, parece atravessar uma fase metálica, impingindo solos que não faziam parte do repertório do Bad Religion; não foi só em “Generator”. Do disco mais recente, o correto “The Dissent Of Man”, lançado no ano passado, não há muitas músicas, mas elas são conhecidas do público. São nos hits que a plateia enlouquece em rodas de pogo e pula-pulas fantásticos, mas músicas nem tão alardeadas funcionam muito bem, caso de “Come Join Us” e “Atomic Garden”. “Fuck Armageddon… This Is Hell”, por sua vez, fecha o show com a síntese da acalorada Fundição, que, como tal, tem a vocação das altas temperaturas. É o inferno!
    No bis, todo mundo queria “Punk Rock Song” – a música foi pedida antes depois do retorno ao palco -, mas como reclamar de “American Jesus” e seu riff marcante, quase épico? E olha que ela foi precedida por um solo de bateria de Brooks Wackerman, de um minutinho só, mas foi solo de batera em show punk! “Infected”, quase uma música romântica em meio a uma saraivada de protestos, é um must da diversão saltitante das cerca de 4 mil pessoas que abarrotaram a Fundição. “Sorrow” encerra a noitada com uma hora a menos sem dó. Sem “Punk Rock Song”, mas com 25 músicas punk na ideia.

    sexta-feira, 14 de outubro de 2011

    O Guns N' Roses culpou a produção do Rock in Rio e a chuva pelo atraso no show que encerrou o festival no dia 2 de outubro. A banda



    O Guns N' Roses culpou a produção do Rock in Rio e a chuva pelo atraso no show que encerrou o festival no dia 2 de outubro. A banda justificou a demora para entrar ao palco em um comunicado enviado pelo representante da banda Blabbermouth.net.
    "O Guns N' Roses gostaria de esclarecer a situação no Rock in Rio. A produção inadequada do festival e a chuva torrencial atrasou o evento", diz o comunicado.
    A banda esclarece que o System of a Down, que tocou antes do grupo de Axl Rose, só deixou o palco pronto para o próximo show às 2h15 da manhã. "Axl chegou ao local antes de 1h e ele veio pronto para subir ao palco. A cobertura inadequada do palco do Rock in Rio causou um atraso ainda maior quando a mesa de som estragou devido aos danos causados pela água e foi substituída o mais rápido possível".
    Programado para 1h10, o show do Guns N' Roses teve início às 2h40. "O Guns N' Roses nunca desrespeitaria ninguém intencionalmente, especialmente seus fãs", finaliza.
    O comunicado foi uma resposta às críticas de Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, que disse que o atraso de Axl Rose foi "uma falta de compromisso, de respeito com as pessoas".

    Fonte: Uol

    quarta-feira, 12 de outubro de 2011

    Black Oil lança videoclip de Amazonia no site da MTV Brasil

    Revista lança calendário com mulheres do rock


    A revista americana "Revolver Magazine" acaba de lançar um calendário 2012 com a mulherada que mais movimentou o cenário rock n' roll feminino neste ano, consideradas as mais sexys. Entre elas estão Amy Lee (Evanescence), Syd Dura (Valora), Lzzy Halenovamente, Alexia e Anissa Rodriguez (Eyes Set To Kill), Simone Simons (Epica).


    Brooklyn, Picture Me Broken

    Heidi Shepherd & Carla Harvey, Butcher Babies
    Emma Anzai, Sick PuppiesSyd Duran, Valora
    Simone Simons, Epica
    Alissa White-Gluz, The Agonist
    Alexia & Anissa Rodriguez, Eyes Set to Kill

    quinta-feira, 6 de outubro de 2011

    Amy Lee, do Evanescence: ‘É uma honra participar desse festival’

    evanescence5

    Amy Lee, teu nome é empolgação. A vocalista do Evanescence está de bobeira no Rio de Janeiro e já até deu um mergulho na praia. “Não foi em Copacabana, mas foi perto, a água estava muito boa”, disse Amy, em off, enquanto a conversa com os jornalistas não começava. Isso porque hoje (1/10) o descanso acabou e ela recebeu, no hotel em que está hospedada, jornalistas de toda a América Latina para bate-papos curtos, com quatro de cada vez. Escalado com um grupo com colombianos e argentinos, o Rock em Geral conseguiu tirar da vocalista detalhes do show que o grupo faz amanhã, na noite de encerramento do Rock In Rio. Confira abaixo só um trecho da entrevista, cuja íntegra será publicada depois do final do festival:

    Rock em Geral: Quais músicas vocês vão tocar no show do Rock In Rio, amanhã?
    Amy Lee: Bem, eu não tenho o set list de cabeça, temos uma hora e estamos muito empolgados com o novo álbum. Acabamos de fazer este disco agorinha mesmo, então vamos tocar muitas músicas novas, mas, claro, vamos tocar coisas antigas também.
    REG: Você pode adiantar o nome de algumas músicas que estão no repertório do show?
    Amy: Entre as novas, temos recebido muitos pedidos para “Made of Stone”, e nós vamlos tocá-la. “What You Want”, é claro… Vamos tocar “My Heart is Broken” e, lógico, “Bring me to Life” também.
    REG: Você parece bastante empolgada por estar aqui…
    Amy: E estou mesmo… (suspiro) São 100 mil pessoas, e é um dos primeiros shows depois que nós começamos a ensaiar para a turnê. Então espero que tudo dê certo. Estou muito animada, muito orgulhosa em participar disso, depois de ficar fora da minha vida por anos e agora volta e dividir o palco com o bandas como o Guns N’Roses. Ontem foi incrível, tanta gente reunida…
    REG: Você estava lá na Cidade do Rock?
    Amy: Eu não estava, mas vi pela TV, é uma honra para nós participar desse festival, acho que temos muita sorte e esperamos ter muitos fãs próximos do palco.
    REG: Você acha que agora finalmete o Evanescence vai ter uma formação de verdade?
    Amy: Bem, nos temos que acreditar nas pessoas com as quais trabalhamos. Eu tenho uma grande banda, nós experimentamos uns aos outros tocando juntos, como uma banda ao vivo. Essa é examatente a formação que eu queria, cada um desses caras é incrivel, o que faz da banda algo bem dinâmico.
    REG: Sobre a grupo formado pelo Ben Moody, o We Are The Fallen, vocês ouviu o disco deles, gostaria de falar sobre?
    Amy: Não, nenhum comentário.
    Fonte: rock em geral

    sábado, 1 de outubro de 2011

    JOGOS


    JOGOS

    Edu Falaschi: "não estou mais apto a cantar tão agudo"



    O vocalista da lendária banda brasileira Angra, Edu Falaschi, decidiu deixar o posto de vocalista para tratar de sua saúde vocal.


    Em uma carta enviada à imprensa, Falaschi conta sobre as dificuldades de substituir André Matos no Angra e também sobre as críticas que o antigiram sobre a apresentação no Palco Sunset no Rock in Rio.


    Fonte: Wildchild