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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Red Hot Chili Peppers vende download de shows

Red Hot Chili Peppers está colocando à venda a íntegra dos shows da turnê do novo álbum, “I’m With You”. A gravação dos shows está sendo feita profissionalmente, assim como a mixagem, e os arquivos podem ser baixados em vários formatos. Dependendo disso, o preço varia enrtre US$ 9,95 e US$ 12,95. Para saber mais, vá até esse site: www.livechilipeppers.com

Slash libera download de vídeo gravado ao vivo; baixe


Sangue novo



Sepultura estreia baterista, mais jovem que a própria banda, nesta sexta, em nova turnê internacional. Foto: Divulgação.


Enquanto era embalado no colo da mamãe, o Sepultura lançava o álbum “Arise”, que consolidaria de vez a carreira internacional da banda. Mas na próxima sexta, quando o grupo iniciar uma nova turnê pela Europa, na Alemanha, Eloy Casagrande estará lá no fundo, espancando a bateria como faz desde os sete anos. Hoje com 20, o batera prodígio foi convocado para substituir Jean Dolabella, que teve que optar pela proximidade da família à correria das longas turnês de uma banda estabelecida no mercado internacional.
Eloy leva bateria a sério desde os 13 anos, e ganhou notoriedade no grupo de apoio de André Matos, além de ter entrado recentemente para o Gloria, com quem se apresentou no  Rock in Rio. Quem já o viu tocando sabe que o rapaz é um verdadeiro animal das baquetas. Com uma pegada pesada e agressiva, cai certinho no Sepultura. Conversamos rapidamente com ele para saber como aconteceu esse salto na carreira, e também com o guitarrista Andreas Kisser, que fala da saída de Jean e da escolha de Eloy. Primeiro os mais velhos

sábado, 19 de novembro de 2011

Em Brasília, 3 mil cantam com Ringo Starr

Turnê tem última parada no Recife, neste domingo. Foto (do show do Rio): Luciano Oliveira.


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Passou ontem (18/11) por Brasília a turnê latino-americana de Ringo Starr. Acompanhado da All-Star Band, o ex-Beatle tocou no Centro de Convenções Ulysses Guimarães para um público estimado em 3 mil pessoas, o que não chegou a lotar o local. Mas nem as cadeiras - o Centro é na verdade um auditório - atrapalharam os fãs, que se mantiveram em pé durante quase todo o tempo, em que foi apresentado o mesmo repertório que vem sendo tocado desde o começo do giro, no México, no início do mês - veja o set list completo no final do texto.
Depois do México - onde o show teve lotação esgotada -, no dia 1°, e Chile, quando Ringo e All-Star Band receberam um público estimado em 10 mil pessoas,cerca de 14 mil argentinos (somados os dois shows) puderam vez o show retrospectivo do ex-Beatle pela primeira vez, nos dias 7 e 8. Em Porto Alegre, nano dia 10, Ringo tocou para um público estimado em apenas 6500 pessoas, no Ginásio Gigantinho - cerca de 13 mil ingressos foram colocados à venda.
Em São Paulo, foram duas apresentações. Uma no sábado, com casa lotada - cerca de 6 mil pagantes -, e outra no domingo, no mesmo Credicard Hall, só que para um público menor, uma vez que a configuração era com mesas e e cadeiras. Terça, no feriado de 15 de novembro, foi a vez do Rio receber Ringo Starr - clique aqui para ler a resenha completa do show. Quarta, dia 16, os fãs de Belo Horizonte assistiram ao show da All-Star Band no Chevrolet Hall. Clique nos links para saber os detalhes de cada cidade.
Embora a All-Star Band tenha sido formada por medalhões como Peter Frampton, Roger Hodgson e Jack Bruce, entre outros, nessa turnê os seus integrantes não são grandes estrelas, mas músicos cascudos, com experiência em outras bandas. Além de Ringo, estão no grupo Wally Palmar, ex-The Romantics, e Rick Derringer, ex-The McCoys (guitarras); Richard Page, ex-Mr. Mister (baixo); Edgar Winter, irmão do guitarrista Johnny Winter, e Gary Wright, ex-Spooky Tooth (teclados); Mark Rivera, que já tocou com Peter Gabriel e Paul McCartney (saxofone); e Gregg Bissonette, que já foi de bandas de David Lee Roth e Carlos Santana (bateria).
A ultima parada da turnê de Ringo pelo Brasil acontece amanhã, dia 20, no Recife, no Chevrolet Hall. Ainda há ingressos para a noite, alguns setores, inclusive, com desconto. Clique aqui para saber todos os detalhes.
Fonte: ROCK EM GERAL

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Loaded, banda do baixista do Velvet Revolver e da formação clássica do Guns N’Roses, Duff McKagan, deve fazer nesta sexta, no Rio, o maior show da turnê pelo Brasil

Jeff Rouse (baixo), Isaac Carpenter (bateria), Duff McKagan (vocal e guitarra) e Mike Squires (guitarra)Quando viu que o Velvet Revolver ia demorar parar conseguir um substituto para o vocalista Scott Weiland, e que o guitarrista Slash estava com um disco prontinho para sair em turnê, o baixista Duff McKagan não teve dúvidas: era hora de reativar o Loaded. Ou, se você preferir, o Duff McKagan’s Loaded. O grupo foi fundado em 1999, mas ficou na geladeira quando Duff, em 2002, começou o Velvet Revolver. Só depois de 2008 é que, então, o Loaded deslanchou, tendo lançado dois álbuns: “Sick”, em 2009, e “The Taking”, este ano. No período inicial, foi lançado, em 2001, o álbum “Dark Days”.
McKagan é mundialmente conhecido como o baixista da formação clássica doGuns N’Roses, mas é músico ativo da cidade de Seattle (nada a ver com o grunge) desde o final dos anos 70, sempre metido em grupos punk. Na realidade, passou a tocar baixo para entrar para o Guns, e voltou ao instrumento, porque “é mais fácil para compor e cantar”. Com o Loaded, que tem ainda o guitarrista Mike Squires, o baixista Jeff Rouse e o baterista Isaac Carpenter na formação, já esteve no Brasil uma vez, no Festival Maquinaria, em São Paulo, em 2009. Agora, além do show do SWU, na segunda (veja como foi), o grupo tocou em Porto Alegre, na quarta, e em Curitiba, hoje (17/11), com o Down, que também esteve no SWU.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Van Halen assina contrato e novo disco vai ser lançado


Grupo agora é da Interscope
Está confirmado. O Van Halen assinou mesmo um contrato com a gravaora Interscope, e, com isso, dever sair no ano que vem um novo álbum do grupo, o primeiro de inéditas com o vocalista Dave Lee Roth em 27 anos. O disco já está pronto, e a produção ficou a cargo do experiente John Shanks. Completam a formação atual os irmãos Eddie e Alex Van Halen, guitarra e bateria respectivamente, e Wolfgang Van Halen, filho de Eddie, no baixo. A banda deve comentar o assunto no próximo dia 30, quando os integrantes irão participar da cerimônia de entrega do Grammy 2011.

sábado, 12 de novembro de 2011

Black Sabbath já tem ’sete ou oito’ músicas, diz Ozzy Grupo anunciou a gravação de um álbum de inéditas em coletiva realizada hoje à tarde. Foto: Black-Sabbath.com/Divulgação.


(EXCLUSIVE) (L-R) Musicians Geezer Butler, Bill Ward, Ozzy OsbouConforme noticiado antes, a formação original do Black Sabbath está de volta. O anúncio foi feito através de um vídeo postado no site oficial da banda e de uma entevista coletiva realizada na tarde de hoje (11/11/11, às 11h11) no lendário Whisky a Go Go, onde o grupo tocou pela primeira vez nos Estados Unidos, há 41 anos, nessa mesma data. O grupo irá lançar um álbum de inéditas - o primeiro desde 1978 - que começa a ser gravado em janeiro. Clique aqui para ver o vídeo.
De acordo com Ozzy Osbourne, o quarteto já compôs “sete ou oito” músicas, e o baixista Geezer Butler avalia que as músicas novas são “no estilo e sonoridade do velho Sabbath”. Ele também afirmou, durante a coletiva, que “o material tocado pelo guitarrista Tony Iommi é absolutamente brilhante”.
A produção do novo álbum está a cargo de Rick Rubin (SlayerU2Red Hot Chili Peppers), que avalia como “inspirador” o que está sendo composto. Rubin, que também participou da coletiva, conduzida por Henry Rollins, acredita que o grupo está “no meio do processo de composição”. Bem humorado, Tony Iommi (e toda a banda) creditou o retorno do BS à persistência do produtor. “Ele nos ligava de cinco em cinco minutos”, disse o guitarrista.
O Black Sabbath também foi confirmado como a atração principal do Download Festival, que acontece em junho, em Londres, e uma turnê mundial deve ser realizada na sequência, embora detalhes nesse sentido não tenham sido revelados. Além do Sabbath, o Metallica também está confirmado no festival, evai tocar a íntegra do “Black Album”.
Ozzy e Iommi (pivôs de brigas judiciais pela marca “Black Sabbath” no passado) foram sintéticos ao comentar o retorno, enfim tornado público esta tarde. “Era a hora, o ‘timing’ certo”, declarou o vocalista. “É agora ou nunca. Nos damos muito bem. Tudo efstá realmente bem”, completou Iommi.

Madame Saatan Peixe Homem (Doutromundo Discos)



madamepeixeSe Belém fosse uma cidade do meio oeste americano, certamente o Madame Saatan seria considerado uma revelação na new wave of american heavy metal. Embora à primeira vista este novo álbum pareça uma compilação de clichês do gênero, reserva, no fundo, como espinha de erupção inevitável, um bom apanhado do que o heavy metal moderno tem expelido nos últimos tempos. É o quarteto, antes indeciso, atirando os dados, agora com o foco ajustado apostando certo na roleta viciada que lhe é oferecida com a última bala que resta na garrucha. E o tiro precisa ser certeiro.
O disco já começa como o heavy metal deve ser: sem dó nem piedade de quem ousa ouvi-lo. Os riffs pesadões de “Respira”, “Fúria” e “Até o Fim” despertam instintos irracionais que a humanidade guarda para ocasiões especiais, mas revelam música de grande apelo, que não são fechadas em si próprias. Ao contrário, cada uma é quase um convite para um bater de cabeça automático na janela ou a dar um mosh do sofá para o chão da sala. A sacada está não só nas boas composições e na pegada firme e sabbathiana de Ed Guerreiro, mas também na boa percepção da produção, que dá certo tempero cativante (pop, por que não?) a um gênero muitas vezes condenado ao gosto de poucos iniciados.
É bom ver que o Madame, nesse “Peixe Homem”, se livra das referências ao nu metal, coisa que nem os baluartes do gênero vêm conseguindo, e se apega justamente ao âmago, fazendo uma espécie de atualização do peso. Prevalece o riff ao solo; a cadência à correria; o peso à velocidade. Atento, o grupo também ignora os nocivos ritmos regionais, mas Sammliz usa o potente vocal - dádiva dos Deuses – na abordagem de temas incomuns ao heavy metal, extraídos, aí, sim, da cultura local, sem deixar de ser global, em bom (e audível) português. Estampa, no imaginário do ouvinte, visuais inverossímeis na linha do “incrível, fantástico, extraordinário”. É sangue, punhal, fogo, foice, sacrifício, morte… Alto lá, não é essa a paisagem do heavy metal? Sammliz pinta o velho quadro com novas tintas. Sem vomitar tijolos como Angela Gossow ou buscar as notas altas de Tarja Turunen, empresta uma inusitada virilidade ao vocal feminino no metal, que ganha nova dimensão.
Não é possível respirar num disco em que a guitarra, absoluta, não dá trégua, ao mesmo tempo em que, ao seu modo, é ela própria que conduz o ouvinte a assoviar tudo o que é música. A tensão de “Rio Vermelho” deságua num refrão em que guitarras distorcidas parecem falar; em “Moira” o riff sugere um cantarolar tão óbvio que nem a vocalista resiste; a nervosa “Sete Dias” fala de macumba sem lhe pegar nada emprestado, fazendo uso de um inusitado “balanço”; e a balada exemplar “A Foice”, além de salientar o alcance vocal de Sammliz, tem tudo para ajudar o grupo a aparecer em cenários ainda refratários à música pesada. Mais do que um grande disco, “Peixe Homem” é uma paulada na moleira daquelas que o sujeito não tem vergonha de pedir mais.

Pink Floyd The Dark Side of the Moon Experience Edition (EMI)


pinkfloyddarksideA íntegra de um álbum clássico de determinado artista, tocada ao vivo, hoje, soa como homenagem ou até uma forma de manter vivo o legado. Mais de um ano após o lançamento do genial “The Dark Side Of The Moon”, no entanto, o Pink Floyd tocava o disco inteirinho, e é um desses shows, gravado em Londres, no final de 1974, o grande presente desse relançamento especial. Não chega a ser uma novidade para os fãs mais dedicados, em cujas mãos circulam bootlegs de apresentações como esta desde a década de 70, mas dificilmente essas gravações têm a qualidade cristalina no CD extra dessa “Experience Edition”.
No palco, a formação clássica do Pink Floyd – com David Gilmour e Roger Waters de bem – o grupo reproduz com certa fidelidade, mas com um “quê” de improviso, a obra-prima criada meses antes. Os sensacionais vocais de Clare Torry, da versão original de “The Greast Gig In The Sky”, por exemplo, se transformam num duelo entre outras cantoras, Venetta Fields e Carlena Williams (dupla conhecida como The Blackberries), que faziam os backing vocals nas apresentações da época. Antes de a música terminar, já se ouve o tilintar das moedinhas, anunciando o início de “Money”, que abria o labo B do vinil original. É nela (e ainda na seguinte, “Us And Them”) que o outro convidado, o saxofonista Dick Parry, aparece. Fora isso é tudo feito pelo quarteto, que tinha ainda Nick Manson e Richard Wright.
Considerando os recursos técnicos existentes na época – e lá se vão 37 anos – a gravação é de uma riqueza cristalina e extraordinária. O solo quase dedilhado de Gilmour em “Money” é de uma limpidez tão grade que parece ter sido registrado anteontem, num estúdio digital de trocentos canais. Não por acaso a música, ao vivo, ganha mais de dois minutos de deliciosa extensão. Ao todo, o disco com o repertório ao vivo tem cerca de 12 minutos a mais, um verdadeiro deleite, sobretudo para os fãs de rock progressivo. “Any Colour You Like” é outra em que David Gilmour viaja, dessa vez em companhia do teclado de Rick Wright.
Consta que nos shows em que essa gravação foi feita – quatro datas seguidas no Empire Pool (hoje transformada na Wembley Arena), em Londres, além da íntegra do “Dark Side”, a banda tocava trechos de “Shine On You Crazy Diamond”, que só teria registro definitivo no álbum “Wish You Were Here”, lançado no ano seguinte, além de esboços do que seriam faixas do álbum “Animals”, que só seria gravado em 1977 – dá pra acreditar? E o bis era com a não menos sensacional “Echos”, o que já deixa os ouvidos aguçados para uma nova versão desse ex-bootleg, com a íntegra de um dos shows. Afinal, faz sentido que toda a apresentação tenha sido gravada.
A versão “Experience” para o álbum em si, que está no primeiro CD, também é dotada de grande clareza, mas não fica atrás da lançada em 2003, no aniversário de 30 anos do lançamento do álbum original. De nada adianta, porém, colocar o CD no computador ou comprimir tudo para escutar em iPhones da vida. Esse disco é para escutar em aparelho de som de verdade, com controle de graves e agudos, como nos bons tempos em que se perseguia a qualidade do som, não a quantidade – os fãs do Floyd vão entender.
Assim como toda a série de relançamentos da discografia do Pink Floyd, foi masterizado por James Guthrie, que desde 1978 trabalha com a banda e com Roger Waters e David Gilmour, separadamente em suas carreiras solo. Curiosamente, no disco 2 é Andy Jackson o responsável pela masterização. O encarte tem fotos dos integrantes (não inéditas, mas com melhor resolução) e imagens criadas a partir do famoso prisma da capa, além de todas as letras das músicas.
Fonte: rock em geral

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

SWU: previsão é de tempo fechado e chuvas na segunda Temperatura pode chegar a 15°C

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Quem for ao SWU Music & Arts Festival, que acontece a partir de sábado, em Paulínia, no interior de São Paulo, precisa levar casaco e capa de chuva. De acordo com o site do “Jornal do Tempo”, a previsão é de que as temperaturas podem chegar à 15°C, na madrugada de domingo para segunda. Mas o pior acontece na segunda, quando o tempo vai ficar fechado o dia todo e deve chover a soma de 51 mm durante todo o dia. Veja o resumo, de acordo com o “Jornal do Tempo”:
Sábado, 12:
Sol, alternando com pancadas de chuva e possíveis trovoadas
Mínima: 15°C
Máxima: 32°C
Domingo, 13:
Sol, alternando com pancadas de chuva e possíveis trovoadas
Mínima: 15°C
Máxima: 30°C
Segunda, 14:
Tempo fechado e chuvoso, com possíveis trovoadas
Mínima: 19°C
Máxima: 24°C

Ouça a íntegra do novo álbum do guitarrista Slash

“Made In Stoke - 24/7/11″ chega às lojas no dia 15



slashmadeO áudio do DVD “Made In Stoke - 24/7/11″, do guitarrista Slash, que vai ser lançado no próximo dia 15, está disponível nesse endereço. O vídeo foi gravado no show que Slash fez no dia 24 de julho, na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra. O guitarrista nasceu na cidade, de onde se mudou para os Estados Unidos com a mãe quando tinha apenas seis anos. Cerca de 1500 pessoas compareceram ao show, o prmeiro que Slash (considerando suas ex-bandas e projetros) fez na cidade. O DVD inclui a ínterga do show, com bônus e um CD duplo com o áudio correspondente. Veja a lista de músicas:
1- Been There Lately
2- Nightrain
3- Ghost
4- Mean Bone
5- Back From Cali
6- Rocket Queen
7- Civil War
8- Nothing To Say
9- Starlight
10- Promise
11- Doctor Alibi
12- Speed Parade
13- Watch This
14- Beggars & Hangers-On
15- Patience
16- Solo de guitarra
17- Sweet Child O’ Mine
18- Slither
19- By The Sword
20- Mr. Brownstone
21- Paradise City
Bônus
Ghost
Back From Cali
Beggars & Hangers-On
Been There Lately
Starlight
Entrevista com Slash

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Últimas sobre Black Sabbath

Eentrevista à VH1 Radio, Tony Iommi declarou já ter material pronto para um possível novo álbum doBlack Sabbath. “Sempre estou compondo, tenho muita coisa em meu estúdio caseiro. Muitas idéias registradas, esperando para ser usadas”.
O guitarrista também comentou sobre declaração de Ozzy há algum tempo, considerando uma turnê daformação original algo difícil, devido à condição física dos integrantes. “Quem sabe? Alguém pode realmente não agüentar. Pode ser eu. Mas veremos o que acontece. Ao menos, estamos conversando sobre o assunto”.

Pearl Jam faz show mais longo da turnê no Rio

Grupo tocou durante duas horas e quarenta em espetáculo marcado por forte emoção, numa Praça da Apoteose lotada. Foto: Luciano Oliveira.
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Terminou depois das 23h de domingo (6/11) o terceiro show da turnê comemorativa de 20 anos do Pearl Jam no Brasil. O grupo tocou por cerca de duas horas e quarenta minutos para uma Praça da Apoteose lotada - todos os 35 mil ingressos foram vendidos com boa antecedência. A apresentação do Rio é, até agora, a maior da perna brasileira do giro, que teve dois shows em São Paulo, na quinta e na sexta da semana passada.
Ao todo, foram tocadas 30 múscas, incluindo hits do marcante álbum de estreia, “Ten”, como “Black”, “Even Flow”, Jeremy” e Alive”, que dificilmente são tocadas, juntas, numa mesma noite; e ainda um cover extraordinário para “Mother”, do Pink Floyd. Por conta disso, o segundo bis, depois de um primeiro com nada menos que sete músicas, foi marcado por forte emoção. O Pearl Jam voltou a homenagear Johnny Ramone, com a dobradinha “Come Back” (deles mesmos) e “I Believe In Miracles”, do Ramones, repetindo o atifício do show de sexta, em São Paulo.
O repertório foi uma espécie de “best of” das duas apresentações anteriores, mas a combinação das 30 canções resultou num tempo de show maior. Só a sequência “Alive”/”Rockin’ in the Free World”, no final, teve quase meia hora de duração. A noite começou com um atraso 30 minutos, e o show de abertura voltou a ser feito pela banda punk X, na ativa há 35 anos, que aqueceu o público durante 40 minutos.
A noite também foi marcada pela interação entre público e banda, fosse nos balões lançado ao ar em “Black”; nos braços erguidos em coreografia ensaiada, em muitos momentos; ou em côros puxados em diversas músicas. Eddie Vedder, no comando da festa, respondia com uma extraordinária presença de palco, e com várias “falas”, lidas de uma cola, entre uma e outra música.
No show de quinta, em São paulo, dois covers foram destaque, um em cada bis: “I Believe In Miracles”, do Ramones, e “Rockin’ in the Free World”, do ancestral Neyl Young que fechou a noite. Ao todo, foram tocadas 26 músicas. Já na apresentação de sabádo, também em São Paulo, o Pearl Jam tocou 30 músicas, em 2h15, para 68 mil pessoas, o que deve ser o maior público essa turnê.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pearl Jam: confira os horários de todos os shows no Brasil Turnê passa por quatro cidades e começa nesta quinta, por São Paulo; ainda há ingressos

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Começa na próxima quinta, dia 3, por São Paulo, uma nova turnê do Pearl Jampelo Brasil, que depois segue pela América Latina. Inicialmente, o grupo iniciaria o giro pelo dia 4, também em São Paulo, no Estádio do Morumbi, mas os ingressos se esgotaram rapidamente e a um show extra foi aberto na quinta. No Rio, para o show do domingo, dia 6, na Praça da Apoteose, os ingressos também estão esgotados. O Pearl Jam se apresenta ainda em Curitiba, no Estádio do Paraná Clube, dia 9; e em Porto Alegre, no Estádio Zequinha, dia 11.


Os shows de quinta, em São Paulo, de Porto Alegre e de Curitiba continuam com ingressos disponíveis. Os bilhetes podem ser adquiridos nos seguintes canais de venda: na internet (www.ticketsforfun.com.br); no telefone 4003-5588, a partir das 9h; nos pontos de vendas espalhados pelo país (http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx), a partir de 10h; e nas bilheterias oficiais. Saiba mais aqui.
Depois, a turnê segue em Buenos Aires, na Argentina, dia 13; Santiago, no Chile, dia 16; Lima, no Peru, dia 18; San Jose, na Costa Rica, dia 20; e Cidade do México, no México, dia 24.



Veja o serviço de cada show:
São Paulo
Estádio do Morumbi: Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1 — Morumbi
Dias 3 e 4/11, quinta e sexta-feira
Abertura dos portões: 16h
Show de abertura: X-The Band
Horário Show Pearl Jam: 20h45
Duração do show: aproximadamente 2h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 14 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 67.502 lugares
Acesso para deficientes
Rio de Janeiro
Praça da Apoteose: Rua Marques de Sapucaí , s/nº - Centro
Dia 6/11, domingo
Abertura dos portões: 16h
Show de abertura: X-The Band
Horário show Pearl jam: 20h
Duração do show: aproximadamente 2h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 14 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 35.000 lugares
Acesso para deficientes
Curitiba
Estádio do Paraná Clube (Estádio Durival de Britto): Rua Engenheiro Rebouças, s/nº - Jardim Botânico
Dia 9/11, quarta-feira
Abertura dos portões: 17h
Show de abertura: X-The Band
Horário Show Pearl Jam: 21h
Duração do show: aproximadamente 2h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 14 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 27.100 lugares
Acesso para deficientes
Porto Alegre:
Estádio do Zequinha: Av. Assis Brasil, 1200
Dia 11/11, sexta-feira
Abertura dos portões: 17h
Show de abertura: X-The Band
Horário Show Pearl Jam: 21h
Duração do show: aproximadamente 2h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 14 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 27.100 lugares
Acesso para deficientes
Os shows fazem parte da turnê e comemoração de 20 anos da banda, que vem ao Brasil pela segunda vez - veja como foi no Rio, em 2005. O ano festivo foi iniciado com o lançamento da coletânea “Live On Ten Legs”, e em seguida aconteceram os relançamentos especiais dos álbuns “Vs” (1993) e “Vitalogy” (1994). Em setembro, entrou em exibição, nos cinemas, o documentário “Pearl Jam Twenty” (leia resenha aqui), dirigido por Cameron Crowe.
Formado 1990, o Pearl Jam se consagrou como uma das grandes bandas do grunge de Seattle, e tem na formação Eddie Vedder (vocal e guitarra), Stone Gossard e Mike McCready (guitarras), Jeff Ament (baixo) e Matt Cameron (bateria). Nesses vinte anos, o grupo vendeu mais de 30 milhões de discos nos Estados Unidos e outros 60 milhões no mundo todo.
O show mais recente do Pearl Jam aconteceu no dia 25 de setembro, em Vancouver, no Canadá, quando o quinteto tocou nada menos que 31 músicas. Não é comum acontecer repetições dos set lists de uma turnê para a outra, mas é provável que muitas das músicas tocadas neste show, incluindo o novo single, “Olé”, e covers de Iggy Pop e Jimi Hendrix, sejam tocados nos shows pelo Brasil. Confira
1- Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
2- Hail, Hail
3- Save You
4- Animal
5- Got Some
6- Given To Fly
7- Pilate
8- Unthought Known
9- Garden
10- Even Flow
11- World Wide Suicide
12- Setting Forth
13- Corduroy
14- Unemployable
15- Present Tense
16- Wishlist
17- Glorified G
18- Lukin
19- Porch
Bis
20- Bee Girl
21- Just Breathe
22- Off He Goes
23- Mankind
24- State Of Love And Trust
25- Olé
26- Alive
Bis
27- Chloe Dancer/Crown Of Thorns
28- Smile
29- Search and Destroy
30- Rockin’ In The Free World
31- Yellow Ledbetter / Little Wing